quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Destino.. ou não

Nos conhecemos de um jeito engraçado, inusitado eu diria. 
Aos poucos, surgiu uma amizade bacana. Papo vai, papo vem, acabamos nos afastando. Faculdade, trabalhos, problemas pessoais e vez por outra eu lembrava dela e mandava um e-mail. 

O jeito meigo de sempre abordar assuntos, a inteligência evidente e uma pitada (bem generosa) de uma personalidade marcante, abriram um espaço no meu coração, onde mesmo com a distância natural quando nos tornamos adultos, havia presença. 

Resolvemos enfim, após uns 2 anos de liro liro nos encontrar. Hehe. Começava uma saga. 
Aniversários, imprevistos, mal estar, chuvas, trânsitos, hospitais, disco voador, dinossauros e tudo mais que se possa imaginar atrapalharam nosso planos. 

Enfim, nos conhecemos, nos abraçamos, rimos a beça, trocamos algumas confidências e todo o carinho que sempre existiu, parece ter vindo a tona em forma de uma amizade de infância que nunca aconteceu. 
A cada dia, a cada conversa, a cada sms, (cada vídeo do Marilyn Manson que só eu achava que gostava rs) me surpreendo com o mundo de afinidades, vontades, sonhos, angústias e lamentações que parecem sair de um só coração. 

Que seja forte e duradoura, assim como o carinho que sustenta esse laço. 

Kat. Fica aqui, minha forma de agradecer pela presença sempre constante, pelo zelo, carinho e preocupação e acima de tudo, por ser essa pessoa nada menos que, maravilhosa que você é. 

Gosto de uma frase que diz assim: 
"Amigos a gente não faz. Amigos a gente reconhece".