Todos, embora nem sempre com tanta determinação, temos convicções.
Sabemos o que queremos e o que gostamos, assim como sabemos o que não queremos e o que não gostamos.
Convicção de não gostar de algo sem ter experimentado, sempre deixa a sombra do "e se" no pensamento.
É claro! Não preciso comer coco pra saber que é ruim, mas nem tudo que não gostamos é tão péssimo quanto coco e é ai que mora o perigo.
Sou adepta de viver a vida sem medos, sem neuras e sem arrependimentos. Ela está ai (e passa tão, mas tão rápido) pra ser vivida.
Mas, por que afinal, precisamos nos expor à decepção em nome da maldita "prova"?
Não gostamos, mas nos anulamos em função da curiosidade, e da possibilidade do "e se for bom?".
Muita coisa pode ser boa e a surpresa de perceber quanto tempo se perdeu não vivendo aquilo, é deliciosa.
Triste, quando o oposto acontece e ao invés do "e se", quem irá nos assombrar é o "eu sabia".
Faz parte da vida, faz parte de nossa história e faz parte de ser um tanto quanto otário fazer algo que no fundo GRITAVA que não seria legal.
Há momentos e momentos, mas há os que se tornam sem dúvidas, desnecessários.
Anyway, life will go on!
Assuntos diversos e pensamentos insanos, com a característica que mais gosto: sem mi mi mi.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Experimentos e experiências...
Postado por
Talita
às
12:11
Experimentos e experiências...
2012-12-09T12:11:00-02:00
Talita
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Destino.. ou não
Nos conhecemos de um jeito engraçado, inusitado eu diria.
Aos poucos, surgiu uma amizade bacana. Papo vai, papo vem, acabamos nos afastando. Faculdade, trabalhos, problemas pessoais e vez por outra eu lembrava dela e mandava um e-mail.
O jeito meigo de sempre abordar assuntos, a inteligência evidente e uma pitada (bem generosa) de uma personalidade marcante, abriram um espaço no meu coração, onde mesmo com a distância natural quando nos tornamos adultos, havia presença.
Resolvemos enfim, após uns 2 anos de liro liro nos encontrar. Hehe. Começava uma saga.
Aniversários, imprevistos, mal estar, chuvas, trânsitos, hospitais, disco voador, dinossauros e tudo mais que se possa imaginar atrapalharam nosso planos.
Enfim, nos conhecemos, nos abraçamos, rimos a beça, trocamos algumas confidências e todo o carinho que sempre existiu, parece ter vindo a tona em forma de uma amizade de infância que nunca aconteceu.
A cada dia, a cada conversa, a cada sms, (cada vídeo do Marilyn Manson que só eu achava que gostava rs) me surpreendo com o mundo de afinidades, vontades, sonhos, angústias e lamentações que parecem sair de um só coração.
Que seja forte e duradoura, assim como o carinho que sustenta esse laço.
Kat. Fica aqui, minha forma de agradecer pela presença sempre constante, pelo zelo, carinho e preocupação e acima de tudo, por ser essa pessoa nada menos que, maravilhosa que você é.
Gosto de uma frase que diz assim:
"Amigos a gente não faz. Amigos a gente reconhece".
Postado por
Talita
às
01:35
Destino.. ou não
2012-12-06T01:35:00-02:00
Talita
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Um trecho, várias sensações
Minha voz esta
rouca por causa das inoportunas lágrimas contidas – não vou chorar. Dou um
sorrisinho.
Quando me
afasto, sinto um aperto no peito, as lágrimas começam a brotar e engulo um
soluço. Logo, elas estão escorrendo pelo rosto e eu realmente não entendo por
que estou chorando. Eu estava me segurando. Ele explicou tudo. Foi claro. Ele
me quer, mas a verdade é que preciso de mais. Preciso que me queira como eu o
quero e no fundo, sei que isso é impossível. Só estou perturbada.
Nem sei em que
categoria colocá-lo.
A ideia de não
tornar a vê-lo é angustiante. Como ele virou uma obsessão pra mim tão depressa?
Não pode ser só sexo... pode? Limpo as lágrimas. Não quero analisar meus
sentimentos por ele. Tenho medo do que vou descobrir se fizer isso. O que vou
fazer?
Trecho
de “50 tons de cinza” e uma das tantas linhas em que me identifiquei.
Postado por
Talita
às
10:35
Um trecho, várias sensações
2012-12-04T10:35:00-02:00
Talita
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Com a maré...
Dia desses um amigo perguntou em dado
momento qual era meu signo.
“Câncer” – respondi meio surpresa.
E mais surpresa ainda fiquei, quando
veio a segunda pergunta:
- “Qual a característica mais marcante
do seu signo?”
Well, Well, obvio que fiquei sem reação! Não sei se por achar engraçado um homem falando sobre isso, ou se pela hora em que foi falado.
Interesso-me por signos. Não que sejam
verdades absolutas escritas em folhetins, mas gosto das características, dos
elementos, afinidades e coisas que me fazem rir ao me reconhecer ou reconhecer
pessoas que me cercam. Logo, leio sempre sobre isso e não seria difícil ter
respondido, mas fiquei pensativa e hoje, consegui chegar a uma conclusão.
Ser como as marés ou como as fases da lua
é a característica mais marcante.
Posso ser marola ou posso ser um
tsunami, lua minguante ou lua cheia, em um só dia, em horas ou minutos. O céu e
o inferno brincam sobre quem tem mais espaço aqui dentro.
Oscilei de humor entre o riso
incessante no dia, ao choro de apertar o coração, sem motivo na madrugada.
Um mar de emoções.
Da doçura, ao mais bruto sentimento,
eu vou. Sem pensar, somente por sentir.
Sentir! O verbo que deve reger.
Eu sinto e tudo parece tão maior do
que realmente é.
Do símbolo que ilustra: um caranguejo, fica a carne frágil e macia (que
poucos – ou nenhum- alcançaram), protegida pela grossa casca e pinças afiadas.
Escrevendo sobre isso, lembrei-me de
um poema, que muito traduz tudo que disse antes:
“Olhe, tenho uma alma muito prolixa e
uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me
lembre”.
Clarice Lispector
Postado por
Talita
às
09:55
Com a maré...
2012-12-04T09:55:00-02:00
Talita
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