Poderia sim, ser saudade ao invés de raiva.
Mas poderia também ser presença, ao invés de ausência.
Chego ao ponto de cansar das pessoas. Cansar de investir. Cansar de tentar.
Reverte-se culpa em acusação e num mínimo esforço, o máximo dito é "nem sei o que dizer".
Não há mesmo o que dizer, quando nem sequer sabemos o que somos, o que queremos e o que podemos fazer por nossas vidas e vidas alheias.
Esquece-se o "simples" fator RESPONSABILIDADE ao tomar ações e ao se envolver em algo ou com alguém.
Zelo, carinho e cuidado? Não pesam.
Como anda o coração alheio? Que importa? Parece que só o próprio coração tem um fardo pesado. Ledo engano.
Saudade é gostoso de sentir. Sentimento tão singular, que não cabe tradução, mas saudade do que não se tem ou não existe, é nada.
E assim, seguem as relações (des)humanas.