Meses se passaram e enfim, a vontade de escrever me acomete.
Sem tema específico, mas pensando muito sobre rotina, correria e o jeito como as pessoas simplesmente não prestam atenção no outro e não tem mais tempo para bons momentos.
Andando na estação Consolação, reparei nas esteiras rolantes. Qual o sentido?
Fazer com que as pessoas andem mais rápido? Com quem tenha mais pressa? Com que simplesmente quase atropelem as demais?
Pressa pra que? Correm de que e para onde?
Paciência, atenção e carinho vão ficando de lado e dão lugar a correria, ao descaso e assim, o acaso é que no fim, todos precisarão parar.
Talvez em razão disso, a velhice se torne tão sofrida. Esquecemos de aprender a importância de parar.